Os meus dias deixaram de ter horas e minutos
Apenas segundos
Os mesmo que contigo passo, sem saber onde estou
Para onde vou
Apenas com quem vou
Contigo
Só contigo
Fazes-me feliz
Porque não sinto o tempo passar
Não sinto a vida mudar
Apenas tu preenches a minha vontade
A minha felicidade
E o que mais por aí pode vir
Fazes parte do meu tempo
Mesmo que nunca tenhas percebido
O quanto és importante para mim.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Gostar de ti
Só os sons da tua alma
São capazes de confundir os meus ouvidos
E neles descubro a forma e os lugares
Do sítios que contigo conheci
Nada me faz mais feliz do que tu
E mesmo que me digam
Que é ridículo ser assim
Sei que nada me obriga
A gostar tanto de ti
São capazes de confundir os meus ouvidos
E neles descubro a forma e os lugares
Do sítios que contigo conheci
Nada me faz mais feliz do que tu
E mesmo que me digam
Que é ridículo ser assim
Sei que nada me obriga
A gostar tanto de ti
Minha terra
É na humildade da tua figura
Que me entrego
E faço de contas que sei
Todos os poemas da terra
Todos os sons do céu
Todas as formas do mar
Tu és o meu planeta
E em ti vivo feliz para sempre
Que me entrego
E faço de contas que sei
Todos os poemas da terra
Todos os sons do céu
Todas as formas do mar
Tu és o meu planeta
E em ti vivo feliz para sempre
Mar e maresia
Não há mar nem maresia
Maré-cheia ou vazia
Não há ondas nesse mar
Nem temor de navegar
Não há desejo nem paixão
Ou uma letra sem canção
Não há vento e tempestade
Só memória e saudade
Não há formas ou sinais
Que me façam amar-te mais
Não há dor nem sentimento
Rasgo a dor nesse momento
Não há temor nem fadiga
Neste amor que me castiga
Não há vontade de ficar
Num lugar que não tem mar
Não há nada neste lugar
Que me impede de navegar
Sinto que não fui sincero
Neste fado de desespero
Maré-cheia ou vazia
Não há ondas nesse mar
Nem temor de navegar
Não há desejo nem paixão
Ou uma letra sem canção
Não há vento e tempestade
Só memória e saudade
Não há formas ou sinais
Que me façam amar-te mais
Não há dor nem sentimento
Rasgo a dor nesse momento
Não há temor nem fadiga
Neste amor que me castiga
Não há vontade de ficar
Num lugar que não tem mar
Não há nada neste lugar
Que me impede de navegar
Sinto que não fui sincero
Neste fado de desespero
Um resto
És um resto daquilo que foste
Uma pintura sem cores de afecto
És a presença de um dia que nasce
E a aventura que sinto de perto
És a verdade e a mentira esquecida
A mulher que não pode faltar
És a forma de vida tremida
Só dois corpos conseguem amar
És um pouco de tudo e de nada
Uma folha caída no chão
És a forma que já não se esgota
Um pedaço de sonho na mão
És um grito de paz e de guerra
A canção que já não sei cantar
És a força que prende cá dentro
A vontade de tanto te amar
És um sinal de vida perdido
Um olhar que não sabe o que quer
És o rosto de um mundo esquecido
Nesse corpo que é de mulher
És a vida que está preste a nascer
A carícia e um beijo fatal
És o som da guitarra que cresce
Num balanço sem ponto final
Uma pintura sem cores de afecto
És a presença de um dia que nasce
E a aventura que sinto de perto
És a verdade e a mentira esquecida
A mulher que não pode faltar
És a forma de vida tremida
Só dois corpos conseguem amar
És um pouco de tudo e de nada
Uma folha caída no chão
És a forma que já não se esgota
Um pedaço de sonho na mão
És um grito de paz e de guerra
A canção que já não sei cantar
És a força que prende cá dentro
A vontade de tanto te amar
És um sinal de vida perdido
Um olhar que não sabe o que quer
És o rosto de um mundo esquecido
Nesse corpo que é de mulher
És a vida que está preste a nascer
A carícia e um beijo fatal
És o som da guitarra que cresce
Num balanço sem ponto final
Há dias
Há dias em que deixo de ver as cores
Que só o teu sorriso sabe mostrar.
Há dias em que deixo de ouvir os sons
Que só os teus lábios sabem pronunciar
Há dias em que não quero fechar os olhos
Porque tenho medo de ao abri-los
Já não consiga ver as formas do teu corpo
Há dias em que só me apetece pedir aos Deuses
Quem te mantenha assim: minha para sempre
Que só o teu sorriso sabe mostrar.
Há dias em que deixo de ouvir os sons
Que só os teus lábios sabem pronunciar
Há dias em que não quero fechar os olhos
Porque tenho medo de ao abri-los
Já não consiga ver as formas do teu corpo
Há dias em que só me apetece pedir aos Deuses
Quem te mantenha assim: minha para sempre
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