sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Navegar

Navego à vista no mar da saudade
No convés, marinheiros embriagados
Soluçam no silêncio da madrugada

Na minha frente abre-se o caminho
Por entre o espumar das ondas
Sem que isso pudesse alterar o meu rumo

Não sei onde vou acostar
Que porto ou destino nos espera
Talvez nada nem ninguém nos queira

Navego à vista no mar da saudade
E levo comigo a pouca fortuna
De não saber para onde vou