As minhas palavras estão preenchidas de mágoas
As mesmas que tenho para te mostrar
Talvez depois entendas
Que as flores quando nascem não são livres
Talvez depois entendas
Que o sol não brilha sempre da mesma maneira
Sempre com a mesma intensidade
E nessa nascente de ternura
Onde tudo é mais
Onde tudo é menos
Onde faço de mim o homem que sou
Onde fazes de ti a mulher que és